Mês: Março 2016

R de Rancor

R de Rancor

Certas coisas nos marcam a vida inteira.

Alguns fatos da nossa vida nunca cicatrizam, eles apenas ficam ali, expostos e sensíveis para quem quiser ver.

E o pior: alguns sentimentos bons são transformados em coisas ruins e tóxicas para nós mesmos.

Esse texto não é algo sobre conselhos, é sobre escolhas. O que você vai ler talvez não tenha nada a ver contigo, mas muito provavelmente te fará pensar.

                                 Quando eu penso em tudo o que já fizeram pra mim, tenho raiva… não, na verdade tenho muito ódio. Não são coisas simples ou briguinhas idiotas de amigos, estou falando das mágoas, cicatrizes e de pessoas que me fizeram tão mal, a ponto de mudar a minha visão sobre alguma coisa. As pessoas me criticam por ser muito inflexível; No entanto, é algo do qual eu não tenho controle nenhum, infelizmente. Durante toda a minha infância eu ouvia e me calava, guardava para mim. Ao longo do tempo, isso foi acumulando e descobri que existia um grande “espaço de ódio” em um lugar onde só deveria caber o amor. Honestamente, eu posso te afirmar que as pessoas que não sabem perdoar na verdade são as que mais um dia sofreram e que no fundo, não conseguem se perdoar.

   Não sou uma pessoa perfeita, tenho pensamentos negativos ás vezes, sinto raiva e isso é normal. O que me irrita é a pregação daquela coisa de que “só tenho pensamentos positivos e sou alguém puro”. Eu duvido muito,  sinceramente. O ser humano, apesar de racional, ele é muito guiado pelo o instinto e principalmente pela a emoção, pelo o momentâneo, então é impossível que você não tenha tido UM pensamento ruim em toda a sua vida. Contudo, o objetivo das minhas palavras é dizer que cada pessoa no mundo tem sua forma de reagir em determinadas situações. Algumas, mais emocionais, vão absorver isso e talvez guardar para si… outras, mais práticas, irão deixar pra lá.

A verdade é que eu sempre quis ser alguém mais prático e que soubesse deixar as coisas pra lá, mas essa não sou eu. Sou movida quase 70% pela a emoção e dificilmente consigo não deixar transparecer o que estou pensando.

Perdoar é difícil , superar também, mas não se pode exigir algo de alguém que você feriu. Cada um tem o seu tempo e o seu jeito de lidar com as coisas.

No entanto, o perdão deve existir sim, porque remoer algo que te machucou, é como voltar todos os dias para o dia que aconteceu; vai sempre doer como a primeira vez.

 

 

Se contentar?

Se contentar?

Eu sei que você é jovem. Tudo bem, também sei que tem uma prova amanhã e o senhor (a) deveria estar estudando. Que foi? Ah tá.. esqueci que você odeia estudar. É verdade, eu também prefiro muito mais ficar ouvindo música, escrever ou ver vídeos no youtube. Quem não prefere, né?

Mas e o futuro, já pensou nele? Não, não tô falando do seu jantar, engraçadinho (a)! Estou falando do que vem daqui a 5 ou 10 anos. Será que por acaso você já parou pensar em quantos anos você vai ter? No que vai fazer? E onde vai morar? Sim…muitas perguntas, poucas respostas e pior: nenhum planejamento.

 Quando somos jovens as coisas sempre parecem durar mais. Talvez 1 mês pra você seja muita coisa, quer dizer.. 30 dias? 4 semanas? Caramba, são mais de 20 dias de aula, quanta coisa! E passa devagar demais, né? Bom, talvez não pro pai de família que tem que pagar as contas no final do mês. Não pra mãe que precisa urgentemente quitar a dívida do material dos filhos. Ou daquele jovem trabalhador que rala pra poder ter o dinheiro de mais uma prestação do seu carro.

Você já pensou que o futuro está bem na sua cara? Não importa se são 2 anos, 3 ou 4. Ele vai chegar alguma hora, e quando chegar, o que pretende fazer? A única coisa que pode te tirar desse futuro próximo, é a morte. Quais são as chances de isso acontecer?

 A escola vai chegar ao fim, aqueles meninos ou meninos que você ficou afim vão crescer, formar ou não uma família, arranjar ou não um emprego. Tudo vai ficar pra trás e quem significa demais hoje, vai virar um fragmento pequeno da sua memória.

O problema do tempo é que ele não volta e mesmo essa pessoa que vos escreve já é passado, porque até 1 segundo atrás, eu não pensava o que acabei de pensar.

Aproveite enquanto tem a chance, antes que você não tenha a opção de ter ou não essa chance.

Somos jovens demais, até nos tornamos velhos demais para sermos jovens

Somos jovens demais, até nos tornamos velhos demais para sermos jovens

Desde pequenos, nos ensinam a não ouvir conversas de adultos, pois acham que os assuntos são sérios demais para uma criança entender. Nossos responsáveis nos protegem do fogo, dos desconhecidos e dos perigos, visto que somos muito novos para conhecer a dor.

Ah.. a infância, a inocência, as brincadeiras.. onde tudo é tão bonito. Quando crianças, estamos em um mundo colorido onde ser adulto é dominar o mundo de todos. Ser adulto é legal, porque quero comer chocolate o tempo inteiro, não gosto de dormir cedo e nem de comer legumes.. então quero ser grande pra não fazer isso tudo.

          Durante toda a nossa infância, eles não nos contam dos perigos reais, não nos falam dos corações partidos, nem dos futuros amigos ruins ou das matérias que podem nos ferrar no ensino médio. Ninguém fala isso pra você, porque não é dever deles impedir que a gente caia, mas sim nos ensinar a levantar.

Ninguém vai te dizer como lidar com um coração partido, nenhuma pessoa vai te explicar passo a passo de como lidar com a perda do seu melhor amigo e muito menos te dar dicas da forma mais fácil pra fazer a transição do ensino fundamental para o médio. Aprender essas coisas é um dever seu, porque agora você é grande demais pra te dizerem o que fazer.

Os nossos pais tentam nos poupar quando somos crianças, porque o mundo é cruel demais pra alguém que é tão novo, que tem tenta pureza e esperança no coração, descobrir que as pessoas são más ou que umas vão nos usar e outras até partir nosso coração.

Quando você cresce, a responsabilidade da sua vida é só sua, de mais ninguém. Agora que já sabe sobre os perigosos, sobre os corações partidos e sobre como crescer não é só poder comer chocolate á vontade, você já sabe porque ninguém contou, não é?

Bem-vindo ao mundo real.

Contos de uma alma solitária

Contos de uma alma solitária

          Centenas de perguntas a serem respondidas, milhões de deveres para serem feitos, bilhões de semanas de provas por vir e você aí, se perguntando onde está o amor da sua vida?

Ufa, achei que fosse só eu, que alívio!

Nos filmes de romance as coisas acontecem de forma bem engraçada… sei lá, parece que todo mundo está na hora certa, no momento certo e no dia certo pra conhecer o amor da vida deles. Ok, aposto que você está pensando “Claro que sim, é um filme”.. tudo bem, eu também acho que é pura ilusão capitalista pra que nós, românticos de plantão, possamos continuar a criar ideais de pessoas que nunca vão existir. No entanto, naqueles dias frios – mentira, no calor também – onde a solidão bate na minha porta, faço aquela famosa pergunta…

Por que nunca aconteceu comigo?

Quer dizer.. o que tem errado com a minha pessoa? Será que sou baixa demais? Não, já sei.. séria demais, é isso! Mas espera, também pode ser a cor do meu cabelo…ou, não, não.. aposto que é a minha raiva por uva passa.. ok, desisto!

Afinal, por que o amor da minha vida está demorando tanto?

Eu costumava acreditar que todo mundo – e com todo mundo, quero dizer todas as 7 bilhões e uns quebradinhos do planeta – tem sua alma gêmea. Não estou falando de outras vidas, porque apesar de acreditar nisso, o ponto que quero chegar é que antigamente, para mim, todo mundo tinha sua pessoa perfeita, mas a diferença é que nem todas conseguiam achar. Agora, nesse momento, nesse ano de 2016, eu acho que tudo isso é uma besteira total.

   É brincadeira, eu ainda acredito nisso, principalmente no amor.. mas talvez não comigo, porque acho que o objetivo da minha vida não é casar e sim levar a minha vontade de escrever a outros patamares. A conclusão disso, é que dessa vez não vou te dar um conselho sobre isso, porque na verdade nem eu mesma sei do futuro. Honestamente, não sei qual é a fórmula secreta pra achar alguém ou pra ter o amor da sua vida, mas posso te dizer uma coisa;

Essa pessoa que você cria na sua cabeça, não existe. Os filmes, os livros, poesias – ou sei lá mais o que pode iludir a gente – só são uma visão romântica e idealizada de alguém que na verdade não é real. O seu cara ou a sua garota “perfeita”, pode ou não aparecer, mas isso não significa que você não vai ser feliz.

Minha mãe sempre me disse que o amor só vem pra quem está preparado. Portanto, se nós, que ainda estamos sozinhos e desejando alguém pra compartilhar nossos momentos, ainda não encontramos as pessoas certas, é porque não é a hora, nem o momento certo e nem o dia certo.

Mas quando será, então?

Disso ninguém sabe ainda.

Borboletas

Borboletas

Borboletas…

ah, elas voam para longe com suas asas; multicoloridas ou de uma só cor, não importa, pois sempre continuam voando. Pequenas criaturinhas, começam como lagartas e se desenvolvem em um processo de metamorfose. A transformação de algo pequeno em uma linda e complexa mágica da natureza.

Borboletas no estômago, no pâncreas, no coração. Nascem como pequenas lagartinhas, se escondem em seus casulos, em negação, com medo de revelar-se e se perderem no mundo.

Borboletas; nascem, se desenvolvem, crescem e morrem.

O nascimento de borboletas são como os nossos sentimentos; um processo lento, de transformação e fascinante. Ás vezes, a vontade é de nunca tirá-los do casulo, mas alguma hora eles sairão. Alguns voarão longe e alcançarão a glória, outros não sobreviverão a maldade dos predadores… mas a natureza é assim, ela sabe que alguns precisam morrer para que outros possam nascer.

É drama?

É drama?

      Uma das coisas mais complicadas do mundo é se colocar no lugar do outro. Aliás, sempre quando eu estou aconselhando alguém, evito dizer “eu sei que o que você está sentindo“. Sabe por quê? Por que a verdade, é que é impossível saber o que alguém está sentindo em determinada situação, quando você não passou por ela.

As pessoas que são mais sensíveis com certeza são as que mais sofrem com os julgamentos alheios, por simplesmente serem tachadas de dramáticas ou necessitadas de atenção. Na verdade, eu, como a sensível em pessoa, posso te afirmar que daria tudo pra me importar menos. O problema de ser alguém muito sentimental, é não saber como controlar as emoções,  ainda mais quando se deve disfarçar algo que notavelmente se sente.

Um dos dilemas dos sensíveis de plantão, é saber escolher pra quem vai contar determinadas coisas, principalmente porque na maioria das vezes, as pessoas até tentam, mas não entendem. Quer dizer.. como explicar pra alguém que nunca teve seu coração partido, o quanto dói ver a pessoa que você gosta com outra? É sério, não tenta, porque ele (a) não vai te compreender, ás vezes vai achar até bobeira.

 Eu sei que sinto demais, que na maioria das vezes realmente não sei controlar a forma que vou reagir a determinadas situações, mas você, a pessoa que escolhi, deve ser a última a zombar disso, porque se os meus sentimentos foram confiados á sua pessoa, o mínimo seria respeito e compreensão.

Tenha consciência de que nem todo mundo vai reagir da mesma forma que você reage. Só porque você não se importa, não quer dizer que todo mundo tenha que fazer isso também.

Então, aos que julgam os sentimentais, eu só tenho um conselho: Se você não passou por determinada situação, tente não julgar, porque quando for a sua vez, duvido que vai querer alguém apontando e acusando de não “superar” algo do qual nem se tem controle.

Eu sou introvertida

Eu sou introvertida

 

Desde sempre eu me considero alguém introvertido. E não, introversão não é a mesma coisa que timidez. Você pode ser alguém tímido mas não necessariamente introvertido, assim como existem os introvertidos que não são tímidos. E qual a diferença? Bem, eu como uma introvertida não-tão-tímida-assim, posso dizer que uma pessoa Introvertida é aquela que prefere não ter um convívio social tão grande, que escolhe se fechar mais em relação á sua própria vida.. digamos assim, alguém reservado. Já os tímidos tem medo do que as pessoas vão pensar, é algo que está mais relacionado com o que se pensa sobre si mesmo, ou seja, alguém que tem muita insegurança e medo de se expor ao ridículo.

Eu, como uma personificação da palavra Introversão, gosto de ter meus próprios momentos. Prefiro guardar as coisas para mim e não curto muito socializar, gosto mais de ler um livro. No entanto, as pessoas confundem muito a introversão ou a timidez com falta de atitude ou de personalidade, o que é bem ignorante, pois apesar de com certeza ser alguém introvertido, tenho personalidade e principalmente, uma opinião.

Assim como o tímido, o introvertido sofre com o rótulo de antissocial ou antipático. Mas, na minha visão, as pessoas que menos falam talvez sejam as que mais tenham algo para falar.

Uma das piores coisas de ser introvertido é se sentir mal estando em um ambiente lotado, especialmente a for escola.

A questão, é que não tem nada de errado em você não querer conversar com todo mundo, ser reservado ou até mesmo ser fechado, mas não deixe que a sua insegurança te atrapalhe a fazer coisas que são da sua vontade. A vida é curta demais para se esconder por medo.

O dilema da uva passa

O dilema da uva passa

No domingo passado, eu e minha amiga Joana entramos em um dilema sobre uva passa. Ela, defensora da pequena forminha com gosto esquisito, e eu, a que implora pra que os meus familiares parem de adicionar essa coisinha maléfica no arroz de natal. Com o longo debate se iniciando, resolvemos que não iríamos ultrapassar certas regras;

  • Eu não ia, de jeito nenhum, ofender a pequena forma esquisita, mesmo que isso não me agradasse .
  • Joana, que por sua vez é conhecida pelo o seu olhar autoritário, tinha de aceitar o meu gosto contrário.
  • E por último, o essencial: Nós não iríamos rebaixar ambos os lados, apenas por descordar dos nossos gostos.

No começo eu juro que me comportei, é sério! No entanto, quando Joana defendeu o argumento de que sem a tal uva passa, o arroz não teria gosto, não consegui ficar calada e quebrei a regra de rebaixar a coitadinha da forma esquisita. Quando a discussão se intensificou, até a nossa vizinha teve que nos separar.

A verdade é que eu odeio uva passa, detesto ela em qualquer lugar, mas Joana adora, e  isso é bom pra ela, mas não faz sentido para mim. Porém, isso não quer dizer que nós não possamos conviver, não é mesmo?

Então aí vai um conselho meu e da Joana:

Nem todo mundo vai gostar da sua azeitona, da uva passa que você ama no arroz ou qualquer coisa dessas que sinceramente eu odeio… mas idaí? O que seria do mundo se todo mundo gostasse só de uva passa ou só de azeitona? Não vale a pena discutir por uma coisa que é do seu gosto e não vai mudar o de ninguém.

eu espero que vocês tenham entendido,

obrigada pelo os comentários que venho recebendo, significa muito!

Você é bonito (a)?

Você é bonito (a)?

Eu constantemente me questiono sobre as minhas qualidades,  será que elas existem?

Reflito, crio teorias e às vezes, até me pego pensando em como o mundo seria melhor sem mim.

O espelho parece distorcido e eu tento passar por cima desses padrões que me dizem que eu não sou boa o suficiente.

A nossa geração se transformou em uma massa de pessoas que não se amam e infelizmente é essa a nossa realidade, temos adolescentes frustrados consigo mesmos, pois não estão dentro do que é considerado “bonito”.

As revistas nos ensinam que precisamos ser magros, ter cabelo liso/escovado e lábios grandes.

Tudo bem, estou fazendo apenas um resumo, isso vale para meninos e meninas.

Apesar da pressão ser bem maior com as meninas, existe sim um padrão para os caras.

Quem em que movimento definiu o que é bonito?

Esse maldito padrão nos faz questionar a toda nossa existência.

Afinal, se você não tem alguém é deve ser porque é feio (a), né?

Eu peço que você tente retirar da sua mente, nem que por 1 minuto, todos os seus pensamentos críticos sobre si mesmo (a).

E não só isso,

 comece a se perguntar o porquê desses padrões serem tão importantes.

Quem você procura tanto agradar? 

E será que eles precisam mesmo ser agradados? 

Uma coisa que eu ouvi muito e antes não tinha noção, é que a beleza é uma coisa que passa, mas a sua vida continua. Enquanto você tiver a sua aparência jovem terá seus lindos traços mas quando a idade chegar e os ossos começarem a ficar fracos, o que será da sua existência, se ela foi baseada no que existe por fora?

Quantas pessoas vão morrer por dentro quando descobrirem que não ficarão jovens para sempre?

Intolerância

Intolerância

Pode ser que você nunca tenha passado por isso ou até mesmo não curta falar sobre essas determinadas situações, mas se isso for o caso sugiro que não continue a ler esse post, pois ele não é direcionado a você.
Mas se quiser ler, vá em frente.
E mais uma coisa:
Esse texto não é aprofundado e baseado em direitos civis ou relacionado com pesquisas, ele vem das minhas palavras e convicções. 

Um passarinho amarelo me contou que em um certo ambiente, onde supostamente deveria ser estimulada a aceitação e liberdade do próprio indivíduo, houve uma grande contradição envolvendo o direito do ser humano de exercer sua liberdade.

Infelizmente, a intolerância ainda está em todo lugar, e isso é uma situação tão presente na nossa sociedade, que existem até guerras causadas pela intolerância do indivíduo a uma religião, etnia ou sexualidade.

A questão é ver isso diante dos nossos olhos, vindo de pessoas que deveriam nos estimular a ser quem somos e nos encorajar a liberdade de expressão, mas praticam algo que é uma característica de pessoas atrasadas e limitadas. A intolerância vem de indivíduos que não aprenderam a enxergar nada além da sua própria visão do que é “certo” ou “errado”.

Afinal, o que é certo para você? 

Ninguém pode definir uma pessoa por uma cor de pele, nem por uma religião ou por uma sexualidade.  Até porque, quando nos se relacionamos com determinados indivíduos temos que vê-los como ser humanos e o resto nós aprendemos se não respeitar, pelo menos tolerar a diferença, que não torna uma pessoa pior ou melhor.

E eu peço cordialmente que a nossa geração – os futuros pais – que criem os seus filhos em  ensinando que ser intolerante é ser limitado.

Aliás, quem disse que alguém tem que aceitar alguma coisa?

Quem disse que alguém precisa da aprovação alheia para ser feliz?
Se você não tentou nem rever seus conceitos mesmo depois de ver a dor dessas pessoas – que lutam para ter seu próprio lugar em nossa sociedade todos os dias – sugiro que continue em seu mundo limitado, com suas ideias que nunca mudam.

Enquanto isso, o nosso mundo está em constante mudança.

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