História do blog

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 O ser humano procura o tempo todo se tirar de si, da sua mente atordoada. Ele busca saídas para as frustrações, os medos, as decepções e todos os sentimentos que o faz estar vivo. Grita, chora, fala, canta, dança ou… escreve.

Essa foi a maneira que eu encontrei, durante último ano do Ensino Médio, para tirar de mim toda a carga que eu não conseguia aguentar sozinha e calada, como preferia. Para mim, nunca funcionou conversar, eu precisava e tinha a necessidade de desenvolver, através da arte, seja no desenho, na composição ou na escrita, uma forma de passar por tudo. E eu achei.

No começo, as minhas poesias eram péssimas. Horríveis. Tudo bem, eu comecei a escrever com 12 anos de idade, mas apenas aos 16, quando passava por uma grande decepção com uma amizade, resolvi colocar no papel o que eu sentia.

Foi péssimo. Mas foi.

Aquele poema horrível me impulsionou a escrever mais e mais, até que eu não podia mais parar. E eu não posso.

Tenho consciência do mercado da literatura no Brasil, em como as pessoas hoje em dia preferem ler textinhos no twitter ou curtir frases lindas no instagram, mas eu realmente gosto de ter um canto e um lugar só para dizer o que eu sinto, embora não se trate mais de um diário, como eu considerava antes. Isso passou a tomar uma proporção bem maior e se tornou o meu trabalho real.

Tudo o que posso dizer é que escrever é minha paixão e deixa minha alma mais leve.

Esse é o meu propósito de vida e eu espero que, nem que por 1 minuto, eu possa te fazer sentir alguma coisa, mesmo que seja raiva.

 

 Nisso, o que originalmente era meu pequeno universo, que tem quase 2 anos, passou a ser infinidade púrpura ou mundo púrpura, como preferir. É o meu planeta roxo infinito de sentimentos e busca eterna.

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