Filmes ruins sempre serão Filmes ruins

Filmes ruins sempre serão Filmes ruins

Eu não odeio você.

Não tenho a pretensão de lhe desejar mal.

Não fico pensando em formas de te destruir.

Eu nem ao menos me lembro o motivo de ter ficado irritada.

Mas não esqueço o mal que você me fez.

Existe uma grande diferença entre perdoar alguém por algo ruim e querer essa pessoa de volta na sua vida. Entretanto, as pessoas tem mania de achar que só porque obtiveram o perdão, podem voltar como se nada houvesse acontecido. Pois,  não, você não pode.

Eu não odeio você. O problema é que você é tóxico e a sua presença e atitudes lhe transformam em alguém que não quero para minha vida. É simples, na verdade. Não é complicado, juro.

O que me irrita é a falta de noção de quem causou o sofrimento em relação a pessoa que foi magoada. Deveria existir um “protocolo social” em que todo mundo possuísse consciência do quão mal já fez para um determinado indivíduo e simplesmente se colocasse em seu lugar. Afinal, se você machucou tanto assim uma pessoa, o mínimo é criar noção e perceber que ela merece melhor. E consequentemente, sair da vida dela.

Portanto, não é ódio que sinto, muito menos rancor – Tudo bem. Talvez um pouco de rancor.

É a percepção de que

filmes ruins sempre serão filmes ruins.

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