Passividade me irrita

Passividade me irrita

Me considero alguém passional. Sendo isso bom ou ruim, a verdade é que compreender pessoas que são passivas demais é difícil pra mim. É uma grande dificuldade tentar conviver, pois enquanto quero uma resposta rápida, um confronto, uma atitude, acabo ganhando um “tanto faz”  ou um “sei lá” e isso resulta em um rolar de olhos que resume em tudo o meu sentimento de impaciência.

Pra mim a vida é um eterno caminho de ação e reação, mas há indivíduos que costumam não reagir. Por isso, concluo que por ser impulsiva demais não vou entender alguém que evita tanto tomar decisões, adotar posturas decisivas ou dar uma palavra final.

Não tomar partido por si só já faz alguém ser um pouco passivo, mas nunca tomar partido torna o indivíduo praticamente apático. E apatia costuma cansar alguma hora. E cansa, talvez, sentir que a sua intensidade é minada por uma passividade que é confundida com calma, com tranquilidade.

É exatamente por esse motivo que a minha teoria se confirma nessa reflexão. Pessoas passivas podem até marcar sua vida de algum modo, mas são as passionais que lhe darão as melhores histórias.

Porque elas ajudam a fazer a história.

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