Zona de conforto

Zona de conforto

Sofás são confortáveis. Almofadas são confortáveis. Calças jeans velhas são confortáveis. E zonas de conforto são mais ainda. Não só isso, aliás. Elas também aprisionam, limitam e prendem. Impedem o progresso e a evolução. No entanto, tem seus lados positivos, afinal elas também evitam conflitos, erros e possíveis aborrecimentos. Como quase tudo na vida as zonas de conforto tem seus pontos negativos e positivos. Contudo, permanecer nelas por muito tempo é continuar o mesmo. E sinceramente, a mesmice é entediante, não acha?

Se reinventar é difícil e você não precisa fazer isso sempre. Ninguém precisa. No entanto, é necessário que em algumas situações o seu medo de errar seja menor do que a sua vontade de inovar, de fazer diferente. O seguro é confortável, mas continua o de sempre. O arriscar é não prever o resultado e ter de pagar pra ver. Quando fazemos o que continuamente esperam de nós, as coisas acabam se tornando algo previsível. E viver no previsível é como assistir um filme já sabendo o final: Não tem graça.

O medo é real e as pessoas vivem com ele. O medo de ser diferente, de errar, de destoar. E no final elas optam por algo que já conhecem.

O problema de sempre fazer a mesma coisa é ter de lidar com pessoas e com situações em que o de sempre não é mais atrativo ou necessário. Afinal, quando se vai em um restaurante sempre se pede a mesma coisa ou um dia decide-se variar? Sei lá, só por vontade de fazer diferente!

A única maneira de se aprender é errando, mas pra errar você deve tentar e pra tentar deve-se pelo menos permitir cogitar essa possibilidade.

Então erre.

 

 

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